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Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica)
Temperatura ambiente
Não pode ser partido
É indicado no tratamento de hipertensão essencial e renovascular.A melhora dos sintomas é esperada com o decorrer do tratamento.
Lonipril é contra-indicado em todos os casos de hipersensibilidade a qualquer um dos componentes.
Como a absorção de Lonipril não é afetada por alimentos, os comprimidos podem ser administrados antes, durante ou após as refeições.
Como a absorção de Lonipril não é afetada por alimentos, os comprimidos podem ser administrados durante ou após as refeições. Lonipril deve ser administrado em doses únicas diárias.
Em pacientes com hipertensão essencial, a dose inicial recomendada é de 10mg uma vez ao dia. A dose usual de manutenção é de 20 mg administrados uma vez ao dia. A posologia deve ser ajustada de acordo com a resposta da pressão arterial.Adose máxima recomendada é de 40 mg/dia.Adose máxima usada por longo prazo em estudos clínicos controlados foi de 82 mg por dia. Doses iniciais menores são necessárias na presença de comprometimento da função renal, em pacientes nos quais a terapêutica diurética não possa ser descontinuada, em pacientes depletados de volume e/ou sal e em pacientes com hipertensão renovascular.
Pode ocorrer hipotensão sintomática após o início da terapia com Lonipril.
Isto é mais provável em pacientes que estejam sendo tratados concomitantemente com diuréticos. Recomenda-se precaução, pois estes pacientes podem estar depletados de volume e/ou sal. Em pacientes hipertensos nos quais os diuréticos não possam ser descontinuados, a terapia com Lonipril deve ser iniciada com a dose de 5mg. A posologia subseqüente de Lonipril deverá ser ajustada de acordo com a resposta da pressão arterial. Se necessário, a terapêutica pode recomeçar.
A posologia em pacientes com insuficiência renal deve ser baseada na depuração de creatinina, de acordo com o quadro abaixo:
| Depuração de creatinina | Dose Inicial |
| <10 mL/min (incluindo pacientes em diálise) | 2,5 mg* |
| 10-30 mL/min | 2,5 - 5,0 mg |
| 31-70 mL/min | 5 - 10 mg |
*Aposologia e/ou freqüência de administração devem ser ajustadas de acordo com a resposta da pressão arterial.
Adose pode ser titulada gradativamente até que seja obtido controle da pressão arterial, com o máximo de 40 mg/dia.
Alguns pacientes com hipertensão renovascular, especialmente aqueles com estenose bilateral da artéria renal ou estenose da artéria renal em rim único, podem desenvolver resposta exagerada à primeira dose de Lonipril. Portanto, recomenda-se uma dose inicial de 2,5 mg a 5,0 mg. A partir daí, a posologia pode ser ajustada de acordo com a resposta da pressão arterial.
Como tratamento adjuvante com diuréticos e, onde apropriado, com digitálicos, Lonipril pode ser iniciado de 2,5 mg uma vez ao dia.Adose usual de manutenção varia de 5 a 20 mg ao dia administrados em dose única diária. Pacientes com alto risco de apresentar hipotensão sintomática, como por exemplo, pacientes com depleção de sal, com ou sem hiponatremia, pacientes com hipovolemia ou que tenham recebido rigirosa terapêutica diurética, deverão ter estas condições corrigidas se possível antes de iniciar a terapia com Lonipril. O efeito da dose inicial de Lonipril sobre a pressão arterial deverá ser monitorado cuidadosamente.
O tratamento com Lonipril pode ser iniciado dentro de 24 horas após início dos sintomas. A primeira dose de Lonipril é de 5 mg administrados oralmente, seguido de 5 mg após 24 horas, 10 mg após 48 horas e então 10 mg uma vez ao dia.
Pacientes com baixa pressão sistólica (120 mmHg) devem receber uma dose menor- 2,5 mg oralmente quando o tratamento for iniciado ou durante os 3 primeiros dias após o infarto. Se ocorrer hipotensão (pressão sistólica menor ou igual 100 mmHg), uma dose diária de manutenção de 5 mg pode ser administrada com reduções temporárias a 2,5 mg, se necessário. Se ocorrer hipotensão prolongada (pressão sistólica menor ou igual a 90 mmHg por mais de uma hora), Lonipril deve ser descontinuado.
A administração deve continuar por 6 semanas. Pacientes que desenvolveram sintomas de insuficiência cardíaca devem continuar com Lonipril. Lonipril é compatível com trinitrato de gliceril transdérmico ou intravenoso.
Em pacientes diabéticos normotensos insulino-dependentes, a dose diária de Lonipril é de 10 mg uma vez ao dia. Tal dose pode ser aumentada para 20 mg uma vez ao dia, se necessário, para que se atinja a pressão diastólica de 90 mmHg.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Use Lonipril de acordo com as instruções do seu médico.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término ou se está amamentando. O uso de Lonipril durante a gestação não é recomendado.
Não há precauções específicas.
Os estudos clínicos não demonstraram alterações na eficácia e perfil de segurança relacionados à idade. Entretanto, quando a idade avançada está associada à diminuição da função renal, devem ser utilizados as orientações enunciadas no quadro (vide posologia) para se determinar a dose inicial de Lonipril. A partir daí, a posolgia deve ser ajustada de acordo com a resposta da pressão arterial.
Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando antes do início ou durante o tratamento.
Enquanto estiver em tratamento com Lonipril não tome nenhum outro medicamento sem o consentimento do seu médico.
Não tome remédio sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso parasuasaúde.
Lisinopril (DCB 04165.01-2) 05, 10 e 20 mg.
Excipientes: lactose, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio e óxido de ferro vermelho.
Comprimidos 05, 10 e 20 mg: caixa com 10, 30 e 450*comprimidos cada.
*Embalagem Hospitalar
Uso adulto.
Não existem dados sobre superdosagem em humanos. A manifestação mais provável seria hipotensão, para a qual o tratamento seria infusão intravenosa de solução salina normal. O lisinopril pode ser removido da circulação pela hemodiálise.
Os sintomas de superdosagem incluem hipotensão severa, distúrbios de eletrólitos e insuficiência renal. Depois da ingestão de uma superdosagem, o paciente deve ser cuidadosamente supervisionado. As medidas terapêuticas dependem da natureza e da severidade dos sintomas. Medidas para prevenir a absorção e métodos para acelerar a eliminação devem ser adotados. Se ocorrer hipotensão severa, o paciente deve ser colocado em posição de choque e uma solução intravenosa salina normal deve ser administrada rapidamente.
O tratamento com angiotensina II (se disponível) pode ser considerado.
Os inibidores da ECApodem ser removidos da circulação por hemodiálise. O uso de membranas de diálise de poliacrilonitrila de alto fluxo deve ser evitado. Os eletrólitos séricos e a creatinina devem ser monitorados freqüentemente.
Quando combinado com outros medicamentos anti-hipertensivos, pode ocorrer queda aditiva da pressão arterial.
Estudos clínicos demonstraram que o bloqueio duplo do SRAA através do uso combinado de inibidores da ECA, bloqueadores do receptor de angiotensina II ou alisquireno é associado à maior frequência de reações adversas como hipotensão, hepercalemia e diminuição da função renal (incluindo insuficiência renal aguda) quando comparado ao uso individual de agente do SRAA.
O tratamento concomitante de inibidores da ECA com inibidores do receptor-alvo da rapamicina nos mamíferos (por exemplo, temsirolimo, sirolimo, everolimo), inibidores da endopeptidase neutra (por exemplo racecadotril) ou ativadores de plasminogênio tecidual pode aumentar o risco de angioedema.
Quando um diurético é acrescentado à terapia com Lisinopril o efeito anti-hipertensivo é geralmente potencializado. Pacientes que já utilizam diuréticos e especialmente aqueles nos quais a terapia diurética tenha sido recentemente instituída podem ocasionalmente apresentar excessiva redução da pressão arterial quando Lisinopril é acrescentado. A possibilidade de hipotensão sintomática com Lisinopril pode ser minimizada com a interrupção do diurético antes da introdução do tratamento com Lisinopril.
Estudos epidemiológicos têm sugerido que a administração concomitante de inibidores da ECA e medicamentos antidiabéticos (insulina, hipoglicemiantes orais) pode causar um aumento do efeito hipoglicemiante com risco de hipoglicemia. Este fenômeno aparece com mais frequência durante as primeiras semanas de tratamento combinado e em pacientes com insuficiência renal.
Embora estudos clínicos demonstrem que o potássio sérico geralmente se mantém dentro dos limites normais, hipercalemia ocorreu em alguns pacientes. Os fatores de risco para o desenvolvimento da hipercalemia incluem insuficiência renal, diabetes mellitus e uso concomitante de diuréticos poupadores de potássio (por ex.: espironolactona, triantereno ou amilorida), suplementos de potássio ou substitutos do sal de cozinha contendo potássio e outros medicamentos que podem elevar o nível sérico de potássio (ex.: heparina e cotrimoxazol).
O uso destes agentes, especialmente em pacientes com comprometimento da função renal, pode levar a um aumento significativo do potássio sérico.
Se o uso concomitante de Lisinopril com qualquer um dos agentes acima mencionados é julgado apropriado, eles devem ser feitos com cautela, e com monitoração frequente do potássio sérico. Se Lisinopril é administrado com um diurético depletor de potássio a hipocalemia induzida pelo diurético pode ser amenizada.
Assim como ocorre com outros fármacos que eliminam sódio, a eliminação de lítio pode ser diminuída.
Portanto, os níveis séricos de lítio devem ser cuidadosamente monitorados se sais de lítio são administrados.
Reações nitritoides (sintomas de vasodilatação incluindo rubor, náuseas, tontura e hipotensão que podem ser muito graves) foram relatadas com maior frequência em pacientes tratados com inibidores da ECA após aplicações de injeções de ouro (por exemplo, aurotiomalato de sódio).
A indometacina pode diminuir a eficácia anti-hipertensiva de Lisinopril quando administrados concomitantemente. Em alguns pacientes com comprometimento da função renal, que estão sendo tratados com anti-inflamatórios não-esteroidais, a coadministração de lisinopril pode resultar em uma deterioração adicional da função renal.
Lisinopril foi usado concomitantemente com nitratos sem evidências de interações adversas clinicamente significativas.
Conservar a temperatura ambiente (15°C a 30° C) ao abrigo da luz e umidade.
Prazo de validade: O produto é valido por 24 meses a partir da data de fabricação.Ao adquirir o medicamento, confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem externa do produto.
Nunca use medicamento com prazo de validade vencido. Pode ser perigoso à suasaúde.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
N.º do lote, Data de Fabricação e Prazo de Validade: vide cartucho.
Reg MS 1.5423.0029
Farm. Resp.:
Rafaella C. A. Chimiti
CRF- GO Nº4262
Geolab Indústria Farmacêutica Ltda.
Via Primária 1-B quadra 8-B
Módulos 1-8 - DAIA - Anápolis - GO
Website: www.geolab.com.br
CNPJ:
Indústria Brasileira
03.485.572/0001-04
SAC:
sac@geolab.com.br
0800 701-6080
Venda sob prescrição médica.
| Fabricante: | Geolab |
| Necessita de Receita: | Branca Comum (Venda Sob Prescrição Médica) |
| Princípio Ativo: | Lisinopril |
| Categoria do Medicamento: | Antihipertensivo |
| Especialidades: | Endocrinologia, Cardiologia, Nefrologia |
| Bula do Paciente: | Bula do Lonipril |
| Bula do Profissional: | Bula do Profissional do Lonipril |
| Tipo do Medicamento: | Similar |
| Registro no Ministério da Saúde: | 1542300290112 |
| Código de Barras: | 7899095201538 |
| Temperatura de Armazenamento: | Temperatura ambiente |
| Produto Refrigerado: | Este produto não precisa ser refrigerado |
| Modo de Uso: | Uso oral |
| Pode partir: | Esta apresentação pode ser partida |
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